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Tradutor online definitivo

postado em 2 de jul de 2015 07:36 por André Luferat   [ 2 de jul de 2015 07:46 atualizado‎(s)‎ ]

Essa é uma das melhores ferramentas que já encontrei na Internet. Acredito pia mente que ela será uma mão na roda quando tivermos necessidade de nos comunicar com toda uma nova geração de jovens que está surgindo no Brasil, extremamente preparados para enfrentar a evolução da tecnologia, o mercado de trabalho e as relações humanas.

Não deixem de visitar a ferramenta e adicionar aos seus Favoritos, bem lá em "Ferramentas essenciais".

Deveríamos fazer uma petição urgente ao Congresso Nacional para obrigar todas as escolas a adotar esta ferramenta, caso contrário, estaremos fadados a nos tornar, dentro em breve, um país evoluído, conhecido como de primeiro mundo no cenário mundial.

  • Para conhecer o dicionário, clicaki.

Comentem, se possível dando sugestões para melhorar esta fantástica ferramenta ainda mais...


Menina Assustadora

postado em 2 de jul de 2015 07:20 por André Luferat   [ 2 de jul de 2015 07:20 atualizado‎(s)‎ ]

Você curte contos de fada? E contos de esgoto?
Sim! Então, preste atenção neste post!

Trata-se da indicação de um webgame muito bem feito e muito bonito chamado "Scary Girl". Desenvolvido pelo australiano Nathan Jurevicius e usando Flash, é a história de uma garotinha "muito feia" que é jogada no esgoto. Lá ela descobre um mundo novo e mágico, com armadilhas, personagens muito esquisitos e itens que podem ajudá-la a voltar "lá para cima".

Mesmo que você não curta jogos de computador ou jogos casuais, como neste caso, deve apreciar pelo menos a introdução. Mais que um jogo, é uma obra de arte em animação que demonstra que, com muita criatividade, o Flash serve para muito mais do que fazer banners e sites psicodélicos.


Ambientes e personagens fantásticos no caminho da garotinha feia.

O jogo é bem longo e vai levar cerca de meia hora ou mais para terminar. A jogabilidade é simples, usamos as setas do teclado para controlar a Scary Girl e as teclas A, S, D e espaço para as ações como ativar, atacar e pular.

Seguem os links:


Dicas para DropBox

postado em 30 de jun de 2015 12:47 por André Luferat   [ 2 de jul de 2015 07:21 atualizado‎(s)‎ ]

Dropbox

Começo este novo espaço com uma coleção de dicas sobre Dropbox, todas extraídas do excelente site Pplware do Vítor Martins e cia.

   

Para se cadastrar no Dropbox, e me dar mais alguns MB, clique no link abaixo:

Cadastro gratuito no Dropbox


Porcalhões...

postado em 30 de jun de 2015 12:42 por André Luferat   [ 30 de jun de 2015 12:42 atualizado‎(s)‎ ]

É lamentável ver como a população desrespeita os bens públicos. Mais triste é saber que entre as aberrações responsáveis por essa porcaria estão jovens de escolas públicas que tem direito a viajar gratuitamente nos ônibus da cidade.

Pior ainda é pensar que teremos que confiar o futuro da nação a vândalos porcalhões, incapazes de se expressar de forma civilizada e respeitosa. Viva a liberdade de expressão!


Dá pra entender alguma coisa aí?

Segundo o motorista deste ônibus, com quem viajo constantemente, o veículo não tem nem duas semanas rodando. Isso se percebe porque os bancos ainda tem cintos de segurança, os pneus ainda tem aqueles pontinhos de borracha e, com excessão das imundices rabiscadas em alguns bancos, tudo está novinho! Ele ainda afirmou que os estudantes "especiais" que usam o transporte, muitos com síndrome de down, são muito mais comportados e educados do que os que se dizem "normais"...

Depois, ainda discriminam, ofendem e exterminam as incompreendidas "mucuras de verdade"...


Classicos do MSX: The Castle

postado em 30 de jun de 2015 12:35 por André Luferat   [ 30 de jun de 2015 12:43 atualizado‎(s)‎ ]

Classicos do MSX: The Castle

Quem me conhece (parece coisa de político!) sabe que, em relação à tecnologia e principalmente aos jogos, não sou nada saudosista. Pessoalmente, não acho a menor graça em ficar jogando aqueles clássicos quadradões do Atary, Master System e nem mesmo dos PCs.

Mas isso, é coisa minha. Sei que tem muita gente que gosta de reviver velhos momentos na frente da telinha, lembrar do tempo em que era tudo mais simples, fácil e prático...

Mais ou manos nessa época, ou seja, num passado remoto, a Microsoft projetou uma plataforma computacional de 8 bits chamada MSX. Isso mesmo! A Microsoft já projetou computadores! Uau!

O MSX se destacava como um computador para entretenimento pois, apesar de usar uma CPU já ultrapassada na época, o Zilog Z80, tinha uma arquitetura distribuída, com uma GPU para processamento de vídeo, um DSP para processar áudio e um chip de I/O, tudo separado e conectado pelos barramentos do sistema de forma simples porém muito prática.

Foi essa arquitetura peculiar (na época) do MSX que desviou para o lado "hardware" da computação. Cheguei ao ponto de projetar meu próprio MSX, desenhando o esquema do bichinho à mão, e depois "digitalizando" no próprio MSX...

Vich! Tô ficando velho - parte 3! - link.

E para comemorar essas velhas lembranças, deixo com vocês, um dos muitos clássicos que foram disponibilizados na plataforma MSX: "The Castle", um dos joguinhos mais chatos populares do console, desta vez, rodando direto no seu navegador.

Pra jogar, é necessário ter o plugin do Java instalado no browser. Caso não tenha, baixe daqui.

Classicos do MSX: The Castle
Jogar The Castle

A dica do joguinho foi dada pelo Dalcio Ataide Paganini.

E, boa diversão nessa "coisa" quadrada!


Desmelecando a telinha

postado em 30 de jun de 2015 12:28 por André Luferat   [ 30 de jun de 2015 12:29 atualizado‎(s)‎ ]

Se você é feliz proprietário de uma dessas bugigangas modernas onde se faz tudo nas pontas dos dedos - touchscreen, certamente já reparou como a telinha do bicho fica toda grudenta, cheia de impressões digitais e resíduos não-identificáveis.

Alguns modelos lidam melhor com o fenômeno, como é o caso dos que tem tela capacitiva (e de vidro) - Os aparelhos da Apple, por exemplo, passam por algum processo que limita bastante a lambança. Já os modelos com telas plásticas, se não forem limpos constantemente, podem acumular uma gosma realmente indigesta, ainda mais se usarmos um desses filmes transparentes para protegê-la contra riscos.

A dúvida é: como limpar nossas queridas bugigangas de forma eficiente e sem causar danos irreparáveis ao aparelho, principalmente aos que tem telas de plástico? A dica é sempre consultar o manual do aparelho, mas, quem em sã consciência, faz isso?
  

Multicoloridas: a "rosinha" é muito "Fashion"!

Pois eu achei uma solução prática, segura e baratinha, que funciona perfeitamente: são "Flanelinhas 3M Scotch Brite" que podem ser compradas em qualquer site "Made In China" por menos de 3 dólares cada, sem cobrança de frete. São muito eficientes, sem necessidade de uso de outros produtos, não deixam pelinhos e são fáceis de carregar "anexadas" ao aparelho, pois vem em uma bolsinha, onde evita-se poeira e umidade.

Abaixo, um vídeo bem esclarecedor que ensina como "lambuzar" de forma correta seu iPhone e depois limpar com a flanelinha.

Como lambuzar e limpar seu iPhone.

Comprei uma a pouco tempo, só para testar: funcionou tão bem que me cataram e tive que comprar mais...

Fica a dica!


Navegue sem deixar rastros

postado em 30 de jun de 2015 06:24 por André Luferat   [ 30 de jun de 2015 12:05 atualizado‎(s)‎ ]

A evolução dos meios de comunicação digitais trouxe para nossas casas, empresas e escolas uma multidão de usuários desatentos. Navegar na Internet, mandar mensagens instantâneas e outras atividades relacionadas ao computador dá aos usuários menos experientes (e até para os mais “espertos”) uma falsa sensação de anonimato e segurança.

O fato é que não existe anonimato aqui e a privacidade de todos nós está sempre em risco ao usar um computador, tablet ou smartphone.

Fica pior se estamos diante de um computador compartilhado, que foi usado por alguém, antes de nós, e que será usado por outro alguém quando sairmos da frente dele. Quem são essas pessoas? O que elas fizeram? O que eu deixei para trás, que pode ser rastreado ou monitorado por elas?

É comum acessarmos a rede social, a conta de e-mail, o drive virtual e outras aplicações online e, na hora da pressa, se esquecer de fechar o navegador ou limpar o cache desde. Deixar o browser conectado ao e-mail e ao Facebook é mais comum do que pensamos.

Cuidar da privacidade requer cuidados, atenção e tempo. Por sorte, muitas das nossas ferramentas digitais do dia-a-dia têm recursos para nos auxiliar nesta batalha contra a intromissão do alheio. Por exemplo, todos os navegadores modernos tem o recurso de navegação anônima que limpa todos os traços do que fizemos na Web, assim que fechamos o aplicativo. Veja abaixo, como ativar esse recurso nos browsers mais populares por aqui.

Google Chrome

É só abrir o navegador e teclar [Control] + [Shift] + [N] que uma nova janela se abre. Observe que, no canto superior esquerdo, aparece um ícone de espião informando que você esta no modo de navegação anônimo.

Mozilla Firefox

Da mesma forma que no IE, pressione [Control] + [Shift] + [P] e observe que o nome do navegador, no canto superior esquerdo, ficou roxo.

Internet Explorer

No IE, o atalho é [Control] + [Shift] + [P] e ele exibe um botão azul “InPrivate” ao lado da barra de endereços.

Agora é só navegar normalmente e, quando fechar o navegador, todos os rastros de navegação nas janelas anônimas serão apagados automaticamente. Mas lembre-se que só a as janelas anônimas serão afetadas. Se usar uma janela normal, todos os cookies e históricos ficarão gravados no PC.


Vírus no Pendrive? Use a Nuvem!

postado em 30 de jun de 2015 06:21 por André Luferat   [ 30 de jun de 2015 12:07 atualizado‎(s)‎ ]


Quantas vezes você preparou uma bela apresentação do seu trabalho pensando em empolgar o professor e os colegas de turma, mas quando chegou na sala de aula para apresentar, o pendrive estava “aparentemente” vazio?
Em computadores compartilhados com vários usuários é comum a presença de malwares, ainda mais quando o uso de pendrives, HDs externos, celulares e outras mídias removíveis, é frequente. Alguns vírus se especializaram em se propagar através desses gadgets como o Blaster, o Sasser e suas variantes mais modernas. Mesmo mantendo o antivírus atualizado, às vezes essas pragas passam, normalmente por imprudência e conivência do próprio usuário.

Se você é vítima constante desse mau, talvez seja hora de migrar seus documentos para um drive virtual na Internet, os famosos “cloud drives” ou em português, “Armazenamento na Nuvem(*)”!

Existem diversos serviços de “cloud drives”, e provavelmente você já é cliente de um deles e nem sabe! Veja alguns exemplos e sugestões:

Microsoft OneDrive – http://onedrive.live.com

Se você tem uma conta Microsoft no Hotmail, Outlook, live.com ou msn.com, certamente tem alguns gigabytes disponíveis para salvar o que quiser. Basta acessar o link de qualquer navegador, logar-se com sua conta da Microsoft e guardar seus documentos lá. O serviço funciona inclusive com Android e Apple IOS.

Google Drive – http://drive.google.com

Tem Gmail? Então já pode usar o Google Drive com sua conta de e-mail em qualquer computador, tablet ou smartphone.

Dropbox – http://www.dropbox.com

Esse é o pioneiro dos “cloud drive”, e esta firme e forte no mercado. É só criar uma conta no serviço, acessar sua pasta virtual e armazenar seus trabalhos de aula lá.

4Shared – http://www.4shared.com

Outro excelente serviço que pode se acessado com sua conta do Gmail e até com a do Facebook. É muito fácil de usar e ainda disponibiliza milhares de downloads de outros usuários.

Esses serviços são gratuitos, disponibilizando alguns gigabytes e você pode ter ainda mais espaço se pagar por isso. O espaço disponível varia muito, mas nenhum deles fornece menos que 2 GB de graça, espaço de sobra para documentos, fotos e apresentações do Office, por exemplo.

Além de ter seus arquivos protegidos e disponíveis de qualquer lugar, você pode compartilha-los de forma bem segura com os colegas, já que todos têm recursos de antivírus e backup que evitam perdas por vírus e outras pragas.

Tem muitos outros “cloud drives”, mas esses são os que uso e nunca tive problemas, por isso recomendo.

* O termo nuvem, bastante utilizado hoje em tecnologia, se refere basicamente a estruturas de rede que não conhecemos internamente, mas que podemos acessar e usar seus serviços. Normalmente a nuvem é acessível pela Internet, portanto, de qualquer lugar do mundo com uma conexão à WWW.


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